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Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos no Comércio e em Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas e de Empresas de Serviços Contábeis de Jundiaí e Região - SEAAC JUNDIAÍ | |
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DEPRESSÃO
Até pouco tempo atrás, a depressão não era considerada uma doença, mas uma alteração do caráter e da força de vontade, ou seja, uma reação psicológica de pessoas fracas e incapazes de resolver seus próprios problemas.
Apesar do grande estigma, que ainda acompanha a DEPRESSÃO, sabe-se hoje que é uma doença séria e incapacitante, com tratamento e cura na grande maioria dos casos. A depressão pode ser definida como um distúrbio do humor, com duração maior do que duas semanas, causado pela deficiência de determinadas substâncias (serotonina, noradrenalina e dopamina) no cérebro. Pode afetar homens e mulheres, em qualquer fase da vida, sem ter um fator desencadeante grave. Com a tendência atual de envelhecimento populacional, passa a ser uma doença muito importante na terceira idade.
O indivíduo fica desleixado, tudo perde a importância. Perde-se o sentido de viver. O apetite muda (ou para mais ou para menos), os hobbies preferidos, os amigos, o sexo, tudo perde a graça. Há alterações no padrão de sono. Geralmente, o deprimido prefere o isolamento, um lugar quieto onde possa ficar só com suas tristezas. O pensamento pode estar confuso, pois os sentimentos estão exacerbados, mas o indivíduo tem consciência do seu sofrimento e do sofrimento que causa. Não consegue encontrar um motivo que justifique esta tempestade emocional e não consegue reagir a esta tendência interior. A depressão também pode causar manifestações predominantemente físicas, a chamada depressão mascarada, o que pode dificultar o diagnóstico.
A doença deve ser tratada, na maioria das vezes, com medicamentos antidepressivos e psicoterapia. O início do efeito dos antidepressivos é demorado e o tratamento dura de 4 a 6 meses, às vezes mais. Os efeitos colaterais, geralmente, são bem tolerados.
É importante saber que o deprimido não tem controle sobre as manifestações da doença, não é um louco ou um caso perdido. Ele entende, mas não consegue responder a estímulos ou conselhos. Precisa de amor e compreensão, até que esta fase passe. Fonte: Espaço Saúde HAC | |
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