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DESIDRATAÇÃO INFANTIL

 

Durante o verão, o cuidado com as crianças menores deve ser redobrado. Elas estão mais propícias a ter distúrbios líquidos, por fazerem as trocas líquidas com o ambiente com maior freqüência, já que têm maior proporção de água que adultos.

 

Para evitar a desidratação, siga algumas recomendações:

 

• Evite expô-las por tempo prolongado ao sol, especialmente nas horas mais quentes. Os bebês estão sujeitos a queimaduras solares, mesmo protegidos sob barracas.

 

• Ofereça-lhes líquidos com freqüência, para compensar as perdas excessivas.

 

• Não permita que recebam alimentos sólidos ou líquidos de procedência duvidosa, sem controle sanitário, como raspadinhas, refrescos, doces, salgadinhos, sanduíches e outros alimentos não industrializados.

 

Alimentos inadequados ou contaminados podem levar a criança a apresentar evacuações líquidas, que podem ser acompanhadas de vômitos, febre e cólicas. A perda exagerada de líquido conduz à desidratação, que é caracterizada não pelo número de vezes, mas sim pelo volume de líquido perdido em cada evacuação.

 

A orientação é evitar a auto-medicaçâo. A medida fundamental é suspender a alimentação e oferecer líquidos reidratantes. O mais indicado é usar soro caseiro e, se os sintomas persistirem, procurar assistência médica.


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