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4a MARCHA DE TRABALHADORES

 

As principais reivindicações da Marcha são a redução da jornada de trabalho sem corte no salário, mais e melhores empregos, o fortalecimento da seguridade social e das políticas públicas e pelo reconhecimento das centrais.

 

 As centrais sindicais lançaram dia 7 de novembro a 4ª Marcha da Classe Trabalhadora, que acontecerá no dia 5 de dezembro, em Brasília. As principais reivindicações são: a redução da jornada de trabalho sem corte no salário, mais e melhores empregos, o fortalecimento da seguridade social e das políticas públicas e pelo reconhecimento das centrais sindicais. Após o evento, realizado no auditório Petrônio Portela, os sindicalistas encaminharam a pauta de reivindicações ao presidente interino do Senado, Tião Viana, e ao presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia.

 

O presidente da CGTB, Antônio Neto, ressaltou a importância e as conquistas alcançadas pelas marchas anteriores, que reforçaram a unidade das centrais sindicais e conquistaram aumentos significativos no salário mínimo, além de uma política permanente de recuperação do mesmo. Neto salientou que agora a luta das centrais está concentrada em “reduzir a jornada de trabalho, impedir o corte nos direitos previdenciários e garantir que o reconhecimento das centrais seja aprovado pelo Congresso, possibilitando o fortalecimento do movimento sindical”.

 

Segundo o presidente da CUT, Arthur Henrique da Silva Santos, a redução da jornada de trabalho é um ponto importante para a geração e a formalização de empregos e, também, para que a produtividade das empresas possa ser compartilhada com os trabalhadores de uma forma mais justa. De acordo com Arthur Santos, são esperados para a marcha cerca de 50 mil trabalhadores.

 

Para o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força, outros pontos a serem destacados são a criação e a melhoria de empregos. Segundo o parlamentar, o trabalho infantil e o trabalho escravo representam a precariedade da estrutura do mercado de trabalho brasileiro, atrapalhando o desenvolvimento do país, além de denegrir a imagem do Brasil internacionalmente.

 

“Se o país pretende crescer em termos de biocombustíveis, precisa levantar essa questão do trabalho escravo e infantil”, afirmou Paulinho da Força.

 

Os sindicalistas também acompanharão o debate e a votação, na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), do projeto de lei que regulamenta as centrais sindicais, que passará a trancar a pauta no dia 1° de dezembro.

Fonte: Agência Senado - Sítio CGTB


 

30 mil trabalhadores marcham em Brasília

 

A manifestação em 5/12 começou por volta de 8h no estacionamento do Estádio Mané Garrincha, com uma caminhada até a Esplanada dos Ministérios. Os manifestantes se concentraram em frente ao Congresso Nacional, de onde seguiram para o Palácio do Planalto. A expectativa dos manifestantes é de que os presidentes da Câmara, Arlindo Chinaglia, e do Senado, Tião Viana, cheguem ao local para receber a pauta de reivindicações.

 

Por volta de 16h30, representantes das centrais sindicais serão recebidos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto.

 

O presidente da CGTB, Antônio Neto, afirmou que a IV Marcha dos Trabalhadores demonstrou a força da união das centrais sindicais na luta da defesa dos trabalhadores. “Isso só irá reforçar a importância da aprovação do projeto de legalização das centrais sindicais. Nossa unidade já garantiu aumentos significativos no salário mínimo e agora vamos lutar para ampliar os direitos e as condições de vida do povo”, disse Neto.

 

Em sua quarta edição, a Marcha da classe operária já estava sendo organizada há meses. As principais bandeiras são a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, pela legalização das centrais, mais e melhores empregos e o fortalecimento da Seguridade Social e das políticas públicas

 

Organizam a manifestação seis centrais sindicais: CUT, Força Sindical, Nova Central Sindical dos Trabalhadores, Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, União Geral dos Trabalhadores e Central Geral dos Trabalhadores do Brasil.

 

Fonte: Sítio CGTB 

Fotos: Agência Brasil

 


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